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Foz do Iguaçu - Parte Final - City Tour e Refúgio Bela Vista

No nosso penúltimo dia para alegria geral não tivemos que levantar cedo. Passamos a manhã no hotel e à tarde fomos fazer um city tour.
A primeira parada foi no Marco das Três Fronteiras.
Lá há um pequeno monumento e dá para avistar os marcos argentino e paraguaio. É meio abandonado, pois, além de ficar longe de tudo, não recebe muito investimento, já que Foz do Iguaçu tem pontos turísticos muito mais conhecidos.

A próxima parada foi na Mesquita Árabe, uma das maiores do mundo. Está localizada num bairro predominantemente árabe. Nessa mesquita há uma mulher que permite que você entre e até tire foto com a cabeça coberta pelo véu, mas quando fomos ela ainda não tinha chegado.
A terceira e última parada é no Templo Budista.
Curiosidade: Você sabia que os templos budistas são construídos nos locais mais altos das cidades? Porque assim eles acreditam que estão mais próximos do céu.
Depois do city tour, fomos ao refúgio Biológico Bela Vista, que fica em Itaipu. Lá ficam animais apreendidos, feridos e/ou os que tiveram que ser realocados por conta da usina. O passeio começa numa carretinha, depois tem 5km de trilha. É muito interessante dá pra ver os animais de pertinho.

No dia seguinte pegamos o voo de volta pra casa.








Bia.

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Foz do Iguaçu - Parte 4 - Cataratas Argentinas

Reservamos esse dia para visitarmos o Parque Nacional do Iguazu, que fica na Argentina. A entrada só pode ser paga com pesos argentinos, de forma que tivemos que parar numa lojinha no caminho para trocar nossos reais.

O lado argentino é bem maior em volume de água. O lado brasileiro detém 30% das quedas, o restante é todo dos hermanos. Não dá, porém, pra dizer que um lado é mais bonito que o outro, eles se complementam. Todavia, o lado argentino é mais intenso.
São três circuitos para você fazer: Inferior, Superior e Garganta del Diablo. Começamos por esse último. Inicia-se com a Sendero Verde, uma trilha que dá na Estación Cataratas. Lá, pegamos um trenzinho para a Estación Garganta del Diablo. Lá chegando, você anda mais ou menos 1.200m sobre o rio até chegar à maior e mais famosa queda das Cataratas. É impossível não parar impactado. Fiquei em muda contemplação e me senti coladinha com Deus. A Garganta do Diabo é LINDA DE MORRER! Por mais que eu fale, por mais que vejam fotos, nunca vão entender se não virem com seus próprios olhos.
São 75m de queda, mas não se consegue ver embaixo porque a água forma uma espécie de nuvem. Encantador. Uma visão inesquecível.

Li na Viagem & Turismo, certa vez, uma reportagem sobre qual o lugar que você gostaria de ver novamente se estivesse para morrer e não tenho dúvidas que minha escolha seria essa!


Voltamos à Estación e pegamos o trem das 11:00h
Descemos na Estación Cataratas e seguimos para o Circuito Superior. Como o nome sugere, esse passeio é feito por cima das quedas e dá uma visão bem ampla do parque.
O Circuito Inferior é feito sob as quedas que foram vistas no Circuito Superior e dá pra se molhar um bocado. No fim estávamos exaustas. Pegamos, pela última vez, o trem e descemos na Estación Central. esse passeio durou o dia todo.


Almoçamos no La Selva, restaurante que fica dentro do Parque e serve estilo buffet livre.
Curiosidade: Na Argentina "gorjeta" é chamada "propina" e não é necessariamente 10%, sendo assim, não vem discriminado na conta e você não paga no caixa, é deixado sobre a mesa, direto pro garçom.

Na volta, tivemos a opção de conhecer a minúscula cidade de Puerto Iguazu, mas nós rejeitamos pela fadiga. Parecia que já estávamos lá há 15 dias.

Comentário: Assim como no lado brasileiro, no parque argentino os quatis ficam soltos. Estávamos andando numa das trilhas quando ouvimos uma mulher gritando. Quando me virei, deparei com uma cena inusitada: a mulher estava cercada de quatis, que atacavam a sacola de comida dela. Conseguiram derrubá-la e em menos de um minuto a única coisa que restara foi uma Fanta de 1,5l. Já pensou poder voltar de uma viagem dessa e poder dizer que foi roubada por uma gangue de quatis?
Acima os quatis com os espólios do furto.






Bia.

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Foz do Iguaçu - Parte 3 - Itaipu Binacional, Paraguai e Duty Free

Logo de manhã fomos visitar Itaipu. Fizemos a visita panorâmica, que começa com a exibição de um videozinho institucional. Muito legal assistir à história da usina.


Você sabia que o aço utilizado em sua construção foi o equivalente a 380 Torres Eiffel? Que o volume de concreto era suficiente para construir 210 Maracanãs? Que o seu vertedouro suportaria 40 vezes o volume de água das Cataratas do Iguaçu? Pois é, muito interessante... Depois do vídeo, a gente pegou um ônibus turístico para ir ver a usina. Ele tinha um primeiro andar que era aberto nas laterais. Fomos lá pra cima pra ter uma visão melhor, mas ventava muito! Sugiro que vocês levem um casaco.
Tivemos uma visão do vertedouro. As comportas só são abertas durante 10% do ano e isso só ocorre quando o lago fica cheio. Esse "lago" é o acúmulo de água que fica do outro lado da barragem. Sua parte mais funda chega a mais de 100 metros e é justamente perto da borda.
Itaipu pertence a dois países: Brasil e Paraguai - por isso é chamada de Binacional - e tudo é dividido igualmente entre os dois países (diretores, funcionários e claro, energia). Paraguai só utiliza 7% de toda a energia e consegue abastecer 90% de seu território, o restante 43% vende ao Brasil, que com 93% da energia só abastece 20% do seu território. Vale a pena conhecer a usina. É uma lindíssima obra da engenharia.

Quando saímos de lá, fomos ao Paraguai, para Ciudad del Este.
Pessoalmente, esperava mais. Mas na verdade achei um Mercado São José piorado. O trânsito é caótico. Para atravessar para visitar os shoppings do outro lado foi terrível. Vinha carro de todos os lados e não vi um semáforo. Não achei roupa muito barato lá, mas se você quiser comprar eletrônicos vale muito a pena! É a única coisa que é baratíssimo. Antes de viajar entrei nesse site e pude ter uma ideia de onde ir pra achar o que eu queria e o valor médio do objeto nas lojas de lá. Fique muito atento ao que vai comprar e teste o produto lá! Depois de testado, não o perca de vista. Veja se é o mesmo que o vendedor vai embalar. Não custa ficar esperto. Lá eles aceitam tanto dólar, como real e também o guarani, moeda local, mas duvido muito que vocês irão com uma dessa pra lá. Se você não quiser ir comprar eletrônico também vale o passeio. Não deixa de ser uma país a mais que foi visitado. =D

Pra terminar o dia, voltamos ao hotel e marcamos para ir à Duty Free de Puerto Iguazu. Tem um 0800 que você pode ligar e vão te buscar no hotel sem custo algum. Pra entrar na Argentina é outro nível! Muito mais organizado. Na aduana brasileira você tem que mostrar a identidade quando sai do país e quando volta. Na Duty Free as coisas são mais caras que no Paraguai. Pra quem queria comprar bebida, super valia a pena, mas não era esse meu caso. Apesar de não voltar com a sacola cheia, aproveitei o passeio. E ainda encontrei uma balinha que não encontro no Brasil há séculos!

Enfim, paramos no hotel e fomos descansar porque no dia seguinte iríamos às Cataratas argentinas...


Bia.

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Foz do Iguaçu - Parte 2 - Cataratas Brasileiras e Parque das Aves

Fomos para o Parque Nacional do Iguaçu às 10h pois o parque não abriria mais cedo por conta da Maratona Internacional de Foz do Iguaçu que estava acontecendo.
Na entrada há o Centro de Visitantes e para chegar às Cataratas tem mais 10km, por isso entramos na van depois de comprados os ingressos e seguimos. Se você não estiver com uma agência de turismo, não se preocupe, você não vai precisar andar os 10km. Há um ônibus que leva as pessoas. Você só terá que aguardá-lo.
Há, então, uma primeira parada na qual descem aqueles que farão o passeio do Macuco safári. Os que não farão, podem continuar que a van os levará adiante. Nós íamos fazer, então descemos.

A primeira parte do Macuco Safari começa com um passeio de jipe pela mata. O guia contou que onças e jaguatiricas vivem por lá, mas que só costumam aparecer à noite. Ainda bem.
Depois de alguns km a gente desce e faz o resto do trajeto a pé. Dá uns 600m. A paisagem é realmente muito bonita e você consegue observar algunas pequenas quedas d´água, que não têm nada a ver com as Cataratas. Ao final dessa trilha tem o passeio de bote no Rio Iguaçu.
Antes de entrar no bote vote tem a oportunidade de alugar um armário para guardar suas coisas porque o passeio molha e muito! Então se você não tiver uma bolsa estanque, sugiro que deixe sua câmera também. No bote há um rapaz que filma e tira fotos, as quais você pode comprar depois por um precinho bem salgado.Se quiser, compre uma capa de chuva, mas digo de antemão que não adianta. O que sugiro é você vá de roupa de praia e se prepare pra tomar um verdadeiro banho. O bote vai no sentido contra o rio e você tem uma vista das cachoeiras por baixo. Depois ele leva você a bem perto de uma das quedas e é aí que você se molha.
Um jipe nos leva de volta ao local onde a van pega e é lá que você pode comprar o dvd e as fotos.

Mais a frente começa a trilha para ver as Cataratas propriamente ditas. E por mais que eu diga que é lindo, por mais que as fotos comprovem, vocês só entenderiam se vissem. É tanta água, é tão magnifíco, tão lindo... A gente consegue chegar pertinho delas e tem uma passarela na qual nos molhamos de novo. Então ou guarde a capa que usou no Macuco Safári, ou compre outra lá ou se deixe molhar mesmo. Eu e minha mãe escolhemos a terceira opção em parte porque mainha achou por bem jogar fora nossas capas logo depois do macuco safári e não nos arrependemos!
Ao final da trilha tem uma lojinha de souvenir e um elevador panorâmico. No alto tem o Porto Canoas, um restaurante. É buffet livre. E pra quem não quer almoçar, antes da entrada do restaurante tem uma lanchonete.

O Parque das Aves é bem pertinho do Parque Nacional e nós queríamos conhecer, logo, o guia nos deixou lá. Como o nome sugere, o parque é cheio de viveiros de aves, mas também tem cobras e insetos. É uma espécie de zoo no qual você entra nos viveiros. Entrei em todos, exceto no das terríveis mariposas e borboletas. É, elas são lindas e tal, mas eu tenho pavor a insetos. De forma que passei longe desse. Os tucanos são super sociáveis, posam direto pras fotos.
Na saída do parque você ainda pode tirar fotos segurando uma cobra e uma arara. Mas tenha paciência porque se os animais estiverem estressados, o funcionário os deixa descansar antes de outra sessão. Quando fui as araras estavam estressadas, então só pude tirar foto com a cobra porque não quis esperar.

Finalmente voltamos ao hotel. Depois de um dia de tantas caminhadas, só queríamos um bom descanso, porque no dia seguinte iríamos andar bastante também, no Paraguai.





Bia.

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Foz do Iguaçu - Parte 1 - Rafain Churrascaria Show

O vôo pra Foz do Iguaçu estava lotado. Creio eu que o motivo era a Maratona Internacional que ia rolar no dia seguinte.

No aeroporto fomos recebidas por nosso guia, Dilson. Ele pediu que o motorista nos levasse a nosso hotel, o Harbor . Fica bem perto do aeroporto, na Av. das Cataratas. Depois do check in fomos dar uma volta pelo hotel, é grande que só.

Tem três piscinas, sendo uma coberta e aquecida, tem o restaurante e uma cafeteria, uma capela e até trilha.
No dia em que chegamos parou um carro na entrada e desceu de lá um cara com umas 300 sacolas, vinha do Paraguai. Imaginei se ele tinha vindo com a mala vazia para poder conseguir voltar com todas aquelas compras, mas aí notei que ele tinha comprado uma mala também. Ah, bom...
À noite fizemos nosso primeiro passeio turístico, fomos jantar na Rafain Churrascaria Show.
Lá é buffet livre: você se serve à vontade. Mas é tanta gente, mas tanta gente, que tive uma dificuldade enorme de chegar à mesa do Buffet. Fiquei inclusive com vergonha de permanecer com o prato vazio por tanto tempo e coloquei dois kani pra disfarçar. u_u É gente de todos os lugares, a minoria das pessoas lá eram brasileiras. Tinha gente da Venezuela, Canadá, Nova Zelândia, Paraguai, Uruguai, Índia, China, Coréia...
Você só consegue lugar reservando. Dá pra reservar através da sua agência, mas eu reservei direto com a Rafain e combinei que eles fossem nos buscar no hotel. Lá chegando, descobri que dividiríamos a mesa com um casal em Lua de Mel. É impossível ficar numa mesa só com outra pessoa. É como se fosse uma grande mesa de uns 200 lugares. E o que eles fazem para dividir os grupinhos são plaquinhas de “reservado”. O casal era de Natal e foi ótimo ouvir um pouquinho do nosso sotaque nordestino. Os shows a que o nome se refere são típicos de diversos países latinos. Super vale a pena ir assistir. Filmei pequenos pedaços de alguns. O primeiro está nesse link e vocês podem assistir aos outros através deste.



Na próxima parte tem as Cataratas Brasileiras e o Parque das Aves.

Bia.

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A primeira viagem

Amanhã to viajando pra Curitiba e posteriormente a Foz do Iguaçu.
Os planos são visitar as Cataratas, Itaipu, o Parque das Aves e fazer umas compras no Paraguai.
Isso meio que significa que essa viagem será a primeira da qual falarei aqui no blog.
Volto na semana que vem com dicas para vocês.

Grande beijo e um excelente final de semana.

Bia.

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